A alma
Uma reflexão sobre a impossibilidade de definir a alma e a celebração dos processos reais que nos permitem pensar, amar e existir.
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Nas esquinas esquecidas das cidades existem filósofos que ninguém escuta. O Ermitão Urbano nasce do encontro com um homem que carregava em seu caderno pensamentos que jamais encontrariam espaço nas vitrines da sociedade. Aqui vivem seus fragmentos: observações cruas sobre o mundo, escritas por alguém que observa a civilização de fora de seus muros.
Uma reflexão sobre a impossibilidade de definir a alma e a celebração dos processos reais que nos permitem pensar, amar e existir.
Continue LendoUma reflexão sobre a natureza efêmera das coisas, a escravidão do tempo e o desapego do ego como caminho para valorizar os verdadeiros momentos.
Continue LendoUm manifesto de perturbação diante das injustiças, hipocrisias e belezas ocultas do mundo, encerrado com uma declaração de amor à vida.
Continue LendoUm alerta contra o medo que aprisiona os sonhos e condena a alma ao silêncio até o dia da morte.
Continue LendoVersos sobre a dualidade entre vida e morte, verdade e mentira, bem e mal como forças que moldam a existência humana.
Continue LendoUma reflexão sobre invisibilidade social, o medo do julgamento e a impossibilidade de compreender a totalidade da realidade alheia.
Continue LendoSobre como o julgamento alheio revela mais sobre quem julga do que sobre quem é julgado, e o perigo de viver uma realidade que não é a sua.
Continue LendoMesmo num mundo utópico de sonhos realizados, sempre haverá o poeta do contra, insatisfeito e questionador, pois a alegria é uma questão de escolha.
Continue LendoEntre a miopia voluntária e a poeira que se acumula na alma, a sujeira do mundo persiste sem tapetes para escondê-la.
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